Hoje vou falar de algo que eu li no primeiro romance do psiquiatra Algusto Cury (O Futuro da Humanidade) e que levarei para sempre comigo. E vou postar hoje pra vocês. Aliás, coisas boas devem ser compartilhadas. ;)
Não tem coisa tão preciosa no convívio como a interrogação. A interrogação te leva a repensar num certo assunto, ou fazer alguém repensar. Este é um certo desafio que você joga para alguém, ou para você mesmo. E, como ninguém gosta de perder, é uma ótima forma de persuasão.
Quando quiser fazer alguém repensar em suas atitudes ou conceitos, não há nada melhor do que questioná-lo. Mas há uma certa forma de se fazer isso. Não bombardeie a pessoa com perguntas, apenas elabore uma bem e deixe a pessoa pensar numa resposta. Depois que questionar não diga mais nada, olhe atentamente para a pessoa como quem espera algo. Se ela não conseguir responder no momento, o trabalho está feito! Ela ficará com a pulga atrás da orelha e, talvez apenas por um orgulho próprio de não sair como o ignorante, ela se interessará no assunto da questão e procurará saber sobre.
- Se questione, seja sábio.
Porém o mais esperto e sábio da história nem é aquele que questiona alguém nem o que espera ser questionado. O mais esperto é o que se questiona, elabora as questões para ele mesmo e persiste em respondê-las. O mais esperto olha em sua volta e quer saber como cada coisa foi feita, e procura responder.
A forma errada de usar o questionamento é não procurar a resposta, ou achar que já achou. Procure em todos os lugares a resposta daquilo que te incomoda.
Em TODOS lugares!
Nunca é demais quando se quer muito algo. E, acredite, você pode responder, basta se empenhar.
É isso gente, espero que tenham gostado.
Fiquem com Deus.
Beijos, Gabrielle Portella.